Tudo = possibilidade pura = movimento incessante.
Nada = impossibilidade pura = sem movimento.
Nada = não-ser.
Tudo, em aparência, ser.
Tudo = possibilidade pura.
Tudo = movimento incessante.
Movimento incessante = não-ser.
Nada = não-ser.
Tudo = Nada.
Tudo = não-ser comportando a possibilidade do ser momentâneo.
Vida = possibilidade do ser momentâneo em meio à possibilidade pura.
Morte = possibilidade pura, inclusive a possibilidade momentânea do nada (d’onde deriva o “medo da morte”).
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